terça-feira, 25 de novembro de 2014

DEC/SÃO JOSÉ VENCE AAR E FATURA O TERCEIRO LUGAR NA COPA DIFUSÃO

A equipe sub 14 masc. do DEC/SÃO JOSÉ, conquistou a medalha de bronze na COPA DIFUSÃO DE BASQUETE 2014, ao derrotar a equipe da AAR (Associação Atlética Riopardense), pelo placar de 23 a 17. 

Segundo o técnico Hebinho, estou muito satisfeito com os meninos, eles souberam conduzir o jogo, marcamos bem, atacamos com consciência, e no final tivemos coragem para finalizar duas bolas de 3 pontos na hora certa. A equipe jogou desfalcada de 3 atletas, (luquinha, Vinícius e João Paulo),porém quem esteve em quadra suportou muito bem o ritmo de duas partida no dia. Atuaram pela equipe do DEC/São José: Mateus Torquato, Gustavo Morgan, Octávio Morgan, Pedro, Marco A. Júnior, Rogério, comandados pelo técnico Hebinho.
O título da Copa Difusão ficou com a equipe de Santa Cruz das Palmeiras que venceu Casa Branca na final.

A equipe do DEC/SÃO JOSÉ BASQUETE, têm o apoio do prefeitura Municipal através do DEC - DEPARTAMENTO DE ESPORTES E CULTURA, Antares Despachante e Auto Escola, Arroz Panela de Ferro, Delícia´s Rotisseria e Restaurante, Tio Juninho Escolinha de Basquete, Douglas Bocamino Fisioterapia, Campfestas e ABS - Associação de Basquetebol de São José do Rio Pardo SP
Equipe do DEC/São José Basquete (Gustavo, Octávio, Pedro, Mateus, Rogério, Júnior e Hebinho. Ausente Luquinha, Vinícius e João Paulo.

sábado, 22 de novembro de 2014

DEC/SÃO JOSÉ BASQUETE NAS FINAIS DA COPA DIFUSÃO


A equipe sub 14 do DEC/SÃO JOSÉ BASQUETE, participa nesse domingo dia 23 na cidade de Santa Cruz das Palmeiras das finais do COPA DIFUSÃO DE BASQUETE categoria até 14 anos. Para o técnico Hebinho, nosso primeiro objetivo foi alcançado que era de chegar entre os 4 finalista. No semi final os confrontos são : Dec/São José x Santa Cruz da Palmeiras, e na outra semi final Casa Branca x AAR.
Pela equipe do DEC/São José, devem jogar: Junior, Rogério, Vinícius, Pedro, Mateus, João Paulo, Luquinha, Gustavo e Octávio.
Os jogos estão programados para começarem as 9hs, após as semi finais, acontecem a decisão de terceiro lugar e em seguida a grande final.

segunda-feira, 10 de novembro de 2014

HOMENAGEM DO BLOG DO ILIVALDO AO TÉCNICO EMERSON.

09/11/2014

ENTREVISTA DE DOMINGO: Emerson Luis de Souza

riopardense de nascimento e mourãoense de coração, Emerson Luiz de Souza. O esposo da Viviane, o pai de Raphael e um dos filhos do casal Luiz Antônio e Alice de Souza é homenageado noBLOG DO ILIVALDO DUARTE na ENTREVISTA DE DOMINGOFormado em Educação Física pela ESEFM de Muzambinho em 1994, membro da Escola Nacional de Treinadores de Basquete, um dos treinadores com maior núemro de títulos na história do basquete mourãoense e paranaense, ele conta sua trajetória desde os tempos da sua Rio Pardo, passando pelo Casa Branca, São José do Pinhais, Seleção Regional de Ribeirão Preto, Seleção Paranaense e Campo Mourão. Ele fala um pouco da sua família, sua  terra, sua paixão, sonho e do seu amor pelo basquete. Um presente para quem fez aniversário esta semana, é respeitado dentro e fora das quadras e pelo trabalho e títulos ficará na história como grande colaborador e protagonista das vitórias e performance elogiável do Campo Mourão Basquete nos últimos cinco anos. Ótima leitura. Viva o Campo Mourão Basquete, orgulho da Capital do Centro-Oeste do Paraná.


QUEM É EMERSON LUIS DE SOUZA? Casado com a Professora e coreógrafa Viviane Feliciano, nasci em 07/nov/1972, em São José do Rio Pardo (SP). Sou filho do são-paulino Luiz Antônio de Souza e da confeiteira de primeira Alice de Carvalho de Souza. Pai do armador camisa 10, Raphael Luis Feliciano de Souza, e sou irmão dos não menos basqueteiros Heber e Juninho de Souza.
ONDE E COMO FOI A SUA INFÂNCIA? Até os 7 anos de idade a minha infância foi na Fazenda
Itaiquara, onde é produzido o famoso Fermento Itaiquara, mais precisamente na colônia Mococa, onde vivia aprontando nas cocheiras, riachos e estradas de terra, andando na minha bicicleta para cima e para baixo. Aos 7 anos o Seu Luiz foi convidado para trabalhar como torneiro mecânico na multinacional Nestlê, em São José do Rio Pardo. No Bairro João de Souza, dividia o meu tempo jogando bola, fazendo brincadeiras de rua, jogando vídeo game  e tocando violão.

SÃO JOSÉ DO RIO PARDO -  Fundada em 1865 a cidade deve seu nome ao santo e ao rio Pardo, que a corta. No final do século XIX formou-se um povoado no território de Casa Branca, que os antigos chamavam de Cabeceiras do rio Pardo. O progresso justificou a criação, em 1874, da Freguesia de São José do rio Pardo sendo anexada ao município de Caconde. Novamente incorporado ao município de Casa Branca foi, em 1885, elevado à categoria de município, instalado no ano seguinte. Os riopardenses, liderados pelos políticos republicanos da época, foram os primeiros a romper os laços com a Monarquia, antes mesmo do advento da República. Além da sua vocação republicana, outro fato histórico de destaque é o da acolhida a Euclides da Cunha, onde escreveu a obra "Os Sertões".
Na imagem acima, a ponte Euclides da Cunha, e Hebinho, irmão de Emerson, com sua família na famosa ponte. 
COMO FOI A SUA ATUAÇÃO NA JUVENTUDE? A minha juventude foi toda voltada ao esporte, joguei futebol em quase todos os times da minha cidade, Vasco, Grêmio
Nestlê, Grêmio Municipal, Bonsucesso, Botafogo e Associação Atlética Rio-Pardense, com os técnicos Gilberto e Maurício. Na 5ª. série fui convidado pelo professor Renato Pedroza para treinar basquete no Tartarugão (ginásio municipal). Quando o seu Luiz ficou sócio do Rio Pardo FC comecei a jogar tênis com o saudoso Zé Feixinho.Em 1988, o basquete ganhou um novo ginásio no clube que eu frequentava, aí foi covardia, ficava no clube o dia inteiro. Nadando nas piscinas e jogando futebol, basquete e tênis, e quando não tinha jogo no final de semana passava as tardes nos rachões de vôlei de areia.

HISTÓRIAS E FATOS DA JUVENTUDE - Em Rio Pardo o nosso grande adversário no basquete era a tradicional ACCPE, de Casa Branca. Uma cidade pequena mais
apaixonada pelo basquete, formadora de grandes atletas e equipes no cenário paulista e brasileiro. Meu objetivo era ganhar de Casa Branca, ser igual ou melhor que eles. Em 1997 recebi uma ligação do diretor da ACCPE Marcelo Antonelli, falando do interesse de me levar para o arquirrival. Achei que era trote. Fizemos um acordo, eu trabalharia nos dois clubes com categorias diferentes, mas permaneceria como coordenador técnico do Rio Pardo FC. Quando comecei a trabalhar em janeiro no meu novo time, cheguei a ser hostilizado e ofendido por alguns  torcedores mais fanáticos, mas meus colegas de trabalho Tertu e Black me tranquilizaram. Em novembro do mesmo ano, algumas dessas pessoas ajudaram a fazer uma festa surpresa de aniversário para mim em Casa Branca, foi fantástico. Um pouco antes no mês de setembro briguei com a diretoria do R.P.F.C., e de cabeça quente, pedi demissão. Essa discussão foi num domingo, no próximo sábado a Federação Paulista havia marcado o confronto das 3 categorias em Casa Branca. O meu irmão mais novo, o Juninho, assumiu as equipes e pela primeira vez o Rio Pardo bateu Casa Branca em seus domínios. E eu vendo tudo do banco do meu ex- arquirrival. Em 2000 voltei para o meu clube do coração, e no primeiro ano de profissional fomos campeões da Divisão Especial A-2, superando equipes como Paulistano, Liga Sorocabana, São José dos Campos e Lins, que hoje fazem parte da Liga Nacional. 

No mesmo ano Casa Branca foi superado pelo hoje Campeão Intercontinental Flamengo, do mão santa Oscar nos Play-offs do Brasileiro por 3X2. Em 2001 tivemos o primeiro jogo televisionado da história de São José do Rio Pardo através da ESPN,  e adivinha contra quem? Rio Pardo X Casa Branca ao vivo para todo o Brasil, em São José e com vitória nossa. Para a família Souza Basquete é uma história e tanto, e que você Ilivaldo nos deu a oportunidade de eterniza-lá.

COMO O SENHOR SE AUTODEFINE? Sou a pessoa mais feliz do mundo, porque consegui fazer da minha profissão a minha paixão. Sou grato a todas as pessoas que ajudaram a construir a minha carreira através do basquete. Sem elas essa alegria de poder colocar o pão de cada dia na mesa de casa através do basquete não seria possível.

ONDE ESTUDOU, COMO FOI SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL? Estudei nos Colégio Estaduais Tarquínio Cobra Olyntho e Euclides da Cunha (foto), em São José do Rio Pardo. Fiz faculdade de Educação física na Escola Superior de Educação Física de Muzambinho-MG.

COMO FOI SUA TRAJETÓRIA PROFISSIONAL?Comecei a minha carreira aos 15 anos de idade a convite do seo Pedro Gromik como técnico de basquete das categorias de base do “meu querido Rio Pardo” como diz o seu hino. Em
1992, a dona Silvinha e a dona Selma Poggio me convidaram para dar aula de Educação Física na Escola Degrau em Grau/COC onde trabalhei até 2005. Em 1993 o seo Luizinho Abichabki coordenador da Inspetoria Regional de Esportes e Recreação do Estado de São Paulo me levou para  trabalhar com ele na administração do esporte regional. Em 1998 os senhores Marcelo e Mazinho diretor e presidente da ACCPE de Casa Branca, me convidaram para ajudar a reerguer as categorias de base do basquete casa-branquense. Em 2005 o senhor Renato Santana ex-diretor do Franca Basquete me convidou para um dos maiores desafios da minha vida: sair de São Paulo e vir dirigir a equipe da Keltek/Petrocrystal de São José dos Pinhais na Liga Nacional de Basquete. 

Em 2008, o China (Edson Hirata) com apoio do Itamar Tagliari e da Karla Tureck me trouxeram para Campo Mourão, fundamos a Associação Mourãoense de Basquete (Amobasquete) e começamos a planejar o Projeto da Lei de Incentivo ao Esporte e a profissionalizar o basquete mourãoense. 

Em 2009, a convite do seo Lupércio Torres voltei para Rio Pardo para a disputa do Campeonato Paulista. Mas voltei em 2010 para Campo Mourão onde estou até hoje.
O QUE FEZ NA SUA CARREIRA QUE NÃO FARIA DE NOVO? Em 1998 estava trabalhando em dois clubes -  o RIO PARDO FC, em São José e a ACCPE em Casa Branca. O Rio
Pardo estava no auge do seu trabalho de base. A geração 86 era líder do Campeonato Paulista e a geração 85, vice-líder, e a 83 brigando entre as 4 melhores. Depois de alguns problemas administrativos e divergências de opiniões acabei desentendendo com a atual diretoria e pedindo demissão do clube depois de 10 anos de muito trabalho. Acho que, naquele momento faltou-me experiência para administrar a situação.
E A SUA ATUAÇÃO NA COMUNIDADE? A minha contribuição na comunidade é através das lições que o esporte pode ensinar ao seu praticante. Durante os treinos e jogos tento comparar assituações do jogo com as dificuldades do dia que acontecem na escola, na família, no trabalho e na rua. Tenho um grande orgulho dos títulos que conquistei como técnico, más me orgulho também dos engenheiros, médicos,  professores, advogados, empresários e homens de caráter e de bem que ajudei a formar.
COMO ENTROU O BASQUETE EM SUA VIDA? Fui iniciado no basquete pelo professor e hoje grande amigo Renato Pedroza, como disse anteriormente, era praticante de basquete, futebol e tênis, mas em 1987, aquela vitória do
Brasil diante dos Estados Unidos em Indianápolis mexeu comigo. Cresci querendo ser o Oscar Schmidt, mas como era armador, logo vi que tinha que ser igual ao Guerrinha, que mais tarde seria o meu primeiro adversário como técnico no Paulista da Divisão Especial A-1. Um ano depois de Indianápolis, o seo Pedro Gromik, diretor do basquete da Federação e do Rio Pardo me fez um convite para dirigir uma equipe de iniciantes sub-12. A turma em agosto era iniciante e em outubro o Pedrão viu que a garotada tinha melhorado muito em pouco tempo, e inscreveu a turma no Campeonato Paulista sub-12, como Rio Pardo B. Para mim, na época, foi um grande incentivo e onde o basquete entrou de vez na minha vida. Sorte que na época não existia o CREF.
RESULTADO: Com certeza o Paulista da divisão especial A-2 de 2000 foi o mais importante, era o meu primeiro time profissional e o campeonato era um dos mais importantes de São Paulo e do Brasil com a participação  de 14  equipes e de projetos que hoje estão no NBB como Paulistano, Sorocaba e São José dos Campos, e Lins, na liga Ouro. 
Dos 4 primeiros jogos perdemos 3, depois da terceira derrota a minha esposa e assistente técnica nas horas vagas me disse que este time não tinha a minha cara. Fui dormir com aquilo na cabeça e na segunda resolvi chutar o balde e fazer tudo do meu jeito, sem querer agradar a ninguém. Ganhamos 13 partidas seguidas, algumas foram no estilo Campo Mourão e Rio Claro na Liga Ouro - na prorrogação e na "bacia das almas". Esse título me deu o prêmio de técnico revelação e melhor técnico da série A-2 e me projetou a nível estadual e nacional.

OQUE SIGNIFICA O BASQUETE EM SUA VIDA? O basquete é tudo na minha vida. Tive grandes emoções, desafios, motivações, lições e amigos ou seja, quase tudo. A
minha esposa conheci através do basquete. Ela me viu pela primeira vez dando treino de basquete no Rio Pardo FC onde fazia aulas de dança e ginástica. Acordo, trabalho, como, descanso, durmo pensando e falando de basquete. Ter o Raphinha ganhando uma bolsa de estudos através do basquete e motivado a jogar e se formar como homem através do basquete é um prazer muito grande.
DESDE QUANDO EM CAMPO MOURÃO? Meu primeiro jogo oficial no Paraná foi contra Campo Mourão no Paranaense de 2005, depois em 2007  São José dos Pinhais e Campo Mourão decidiram uma vaga para as finais do
Juventude e quem perdesse cairia para a divisão B. Ganhei o jogo, derrubei Campo Mourão e em 2008 estava trabalhando aqui. É para dar risada, não é mesmo. Cheguei de mala e cuia em Campo Mourão com minha família em janeiro de 2008 e no final do ano recebi uma proposta do meu ex-clube em minha cidade natal. Voltei de coração apertado, mas em 2010 voltei novamente para Campo Mourão onde estou até hoje.
QUAL ESPORTE PREFERIDO, ÍDOLO E TIME? Adoro basquete, tênis e futebol, mas o basquete é o número 1. Meu time de coração é o São Paulo e o meu maior ídolo Michael Jordan.
QUANTOS TÍTULOS E ONDE JOGOU, TREINOU? Minha carreira como jogador foi curta, pois bem novo tinha que trabalhar, jogar e estudar. Como estava muito envolvido com as categorias de base tive que fazer uma das escolhas mais difíceis da minha vida que foi parar de jogar e me dedicar ao trabalho de técnico e estudar. Graças a Deus são vários títulos desde a base até o adulto em São Paulo, Paraná e a nível nacional.  São 16 títulos na base e 24 títulos na categoria adulto.
Trabalhei no Rio Pardo FC (1988 a 1998), (2000 a 2005) e em 2009. Em 1999 fui técnico da equipe SPORTVILLE/DEC SÃO JOSÉ, em 2000 fui técnico da seleção regional de Ribeirão Preto-SP. Em 2005 vim trabalhar no Paraná na equipe da KELTEK/PETROCRYTAL/SÃO JOSÉ DOS PINHAIS onde fiquei 3 temporadas até 2007. 
Em CAMPO MOURÃO trabalhei em 2008 e de 2010 até os dias atuais, neste tempo fui técnico das seleções Paranaenses nos anos de 2008 e 2013.
QUAL O MELHOR TIME QUE JÁ ENFRENTOU? O melhor time que já enfrentei foi o TELEMAR/RIO DE JANEIRO na temporada de 2005/2006 quando eles eram os atuais campeões nacionais. O melhor time que já dirigi foi a KELTEK/PETROCRYTAL/SÃOJOSÉ DOS PINHAIS na temporada 2005/2006, quando conquistamos o 3º. Lugar no nacional.
QUAL A CONQUISTA MAIS IMPORTANTE? Para mim a conquista mais importante é sempre a última, porque alimenta e motiva as futuras conquistas.
QUAIS AS DISFICULDADES DE UM TIME CAMPEÃO? O difícil não é você ser campeão, mas se manter campeão. Quando começamos a conquistar títulos no Paraná era mais fácil motivar os atletas, manter a concentração e o comprometimento em um bom nível para se conseguir os resultados esperados. 
Conforme esses resultados foram acontecendo a auto confiança se tornou a nossa maior força, mas também o nosso maior adversário. Não só nos jogos, mas também no trabalho diário. Outro fator difícil de administrar é sempre entrar na quadra com a obrigação de ganhar, procuramos superar esse tipo de pressão com muito trabalho e planejamento, onde fazemos questão de exigir o máximo de cada atleta para dar a certeza que ele e a equipe estão preparados para qualquer adversidade durante o jogo e a competição.
SUA CAMINHADA EM CAMPO MOURÃO É...    1.Massificar e levar o basquete aos bairros e escolas de nossa cidade, proporcionando não só uma iniciação esportiva de qualidade, más também ajudar na formação das crianças e jovens como um todo, contribuindo com a formação do seu caráter, conscientizando-os da importância do estudo e da atividade física em suas vidas e alertando diariamente do perigo das drogas.  
2- Oportunizar aos talentos que forem descobertos uma continuidade de qualidade com técnicos capacitados, que tenham condições de desenvolver o seu potencial. 
3- Levar o projeto CAMPO MOURÃO/BASQUETE ao NBB, para que o intercâmbio com centros maiores aumente, potencializando em vários aspectos os dois objetivos iniciais do nosso projeto.
COMO O SENHOR ANÁLISA O ESTÁGIO DO BASQUETE HOJE? O basquete nacional passa pelo seu melhor momento nos últimos anos. São 16 equipes na
primeira divisão da Liga Nacional do Basquete (NBB), 24 equipes disputando o campeonato brasileiro sub-22 (LDB), 14 equipes querendo disputar a divisão de acesso da Liga nacional (liga Ouro), 5 campeonatos regionais com mais de 40 equipes (Copa do Brasil) e uma terceira divisão que reúne os 8 melhores times do Brasil (Super Copa). Outro fator que demonstra o bom momento do basquete brasileiro é a parceria que a Liga Nacional de Basquete fez com a NBA por 3 anos, sendo a única Liga com o apoio do melhor basquete do mundo.
O TRABALHO DE BASE E O PROJETO BASQUETE CIDADÃO SÃO IMPORTANTES? Na minha opinião é o que há de mais importante no projeto do Campo Mourão/Basquete. Tudo o que fazemos com a equipe profissional é para motivar os atletas da base e despertar o interesse de novos praticantes através do Basquete Cidadão. Um projeto completo e de qualidade com objetivos sérios tem que ter o social, o rendimento de base e o profissional. Quando você consegue trabalhar os 3 em um bom nível com certeza terá uma boa continuidade e um resultado positivo.
 O ESPORTE HOJE EM DIA É? O melhor parceiro da família e da escola para complementar a educação e a formação do caráter das crianças e adolescentes.
QUEM EM CAMPO MOURÃO É ESPORTISTA EXEMPLO? Ricardo Arty Echelmeier,  é o atual secretário de Esportes de Campo Mourão. Um esportista nato que Já foi atleta, técnico, diretor de modalidade, já passou por
dificuldades e já teve estrutura de ponta no meio esportivo. Um dirigente de visão que apóia, cobra, motiva quem trabalha, e tem uma luta diária pela valorização dos atletas prata da casa, formados nas escolinhas de Campo Mourão.
QUEM É EMPRESÁRIO EXEMPLO EM CM? José Aroldo Galassini, por ter idealizado a maior cooperativa da América latina e dar projeção nacional e internacional a Campo Mourão.
QUAL O PAPEL DA IMPRENSA? Não adianta você fazer um excelente trabalho, ou realizar um excelente evento e não ter a imprensa envolvida nesse processo. Uma boa divulgação é tão importante como a realização de um bom trabalho.

QUAL JOGADA SE PUDESSE VOLTAR NO TEMPO?
A escolha de uma jogada e de um jogador para decidir um jogo não é por acaso. É fruto de um trabalho diário, que na hora da decisão se desenha quase que naturalmente. No basquete, às vezes você tem a oportunidade de pedir um tempo e potencializar o que foi trabalhado, mas a diferença da alegria e da tristeza no esporte é muito pequena. Em vez de arrepender, procuro aprender com os erros.
O MOMENTO ATUAL DE SUA VIDA É?  De muita felicidade por ter trazido a minha para perto de mim novamente, e poder compartilhar com eles a alegria de cada vitória e de cada conquista.
O QUE O SENHOR AINDA NÃO FEZ? Ainda não fiz várias coisas que planejei na minha vida, espero ter saúde e a benção de Deus para realizá-las.
CITE 3 PERSONALIDADES ESPORTIVAS EM CM: O dinâmico e ousado presidente da Amobasquete Nelson Pedro Martins, o lendário e vitorioso Itamar Tagliari do Futsal,  e o idealizador Edson Hirata o “China do basquete”.
CITE 3 PERSONALIDADES FORA DO ESPORTE:  prefeita Regina Dubay, 
José Aroldo Gallassini e Dr. Marcos Corpa.


A CAMPO MOURÃO DO PRESENTE É: Uma cidade com ótima qualidade de vida, excelente para se viver e criar os filhos, um povo hospitaleiro comprometido com o trabalho duro para crescer sempre e solucionar os problemas que toda a cidade brasileira tem.
A CAMPO MOURÃO DO FUTURO: Uma cidade cada vez melhor para se morar, trabalhar, estudar, crescer, e oportunizar a cada munícipe a chance de concretizar os seus planos e sonhos aqui.
AMOBASQUETE: Orgulho em ter idealizado junto com os amigos Edson Hirata e Izidoro Bueno, com o apoio de grandes amigos apaixonados pelo basquete.
TORCIDA MOURÃOENSEUma torcida que a cada competição se torna mais exigente e conhecedora do basquete, fico feliz em ter acompanhado esta evolução. Sinto que estamos sonhando e  trabalhando juntos, torcedor, atletas, comissão, diretoria, políticos e  patrocinadores.
O SONHO DO NBB? Cada ano mais perto, mais real, más temos que ter calma e não dar um passo maior que a perna. Rio Claro que foi o Campeão da Liga Ouro este ano e já foi o melhor time do Brasil e sul-americano demorou quase uma década para voltar a elite. Sei que a expectativa é enorme em ver no nosso JK, equipes como Flamengo, Bauru, Brasilia, Palmeiras e Cia, más tudo tem que ser muito bem planejado e executado.
FECAM: A Fecam administra e incentiva muito bem o esporte, lazer e  atividade física no município. Já trabalhei em algumas cidades e conheço várias fundações, secretarias e departamentos de esporte, que tem o triplo do orçamento da Fecam, mas que não realiza metade que Campo Mourão faz. Tenho orgulho em relatar que a equipe de trabalho da Fecam capitaneada pelo seu secretário é comprometida com a melhoria da qualidade de vida do cidadão mourãoense através do esporte, lazer e atividade física.
O SENTIMENTO DE RECEBER ESTA HOMENAGEM?  Gostaria de agradecer a você Ilivado por esta homenagem, e a oportunidade de falar um pouco da minha família, minha terra, minha paixão, dos meus sonhos e de poder citar algumas pessoas que fizeram e fazem o diferencial na minha vida. Obrigado pela oportunidade e que Deus o abençoe e lhe dê em dobro.

RIO PARDO FC VENCE SANTA CRUZ DAS PALMEIRAS FORA DE CASA

As equipes sub 18 e sub 16 estiveram em ação no último dia 1o de outubro em Santa Cruz das Palmeiras e em Santa Rita do Passa Quatro p...