terça-feira, 23 de agosto de 2011

AAR/DEC JOGOU EM FRANCA

A equipe sub 14 masc. da AAR/DEC jogou no último dia 20 na capital do basquete brasileiro. Os riopardense enfrantaram a equipe do Aspa/Unimed/CTBC/Franca, e perdeu po 75 a 35.
Para o tecnico Hebinho a equipe errou muitas finalizações, não aproveitando o inicio do jogo onde o placar do primeiro quarto terminou em 9 a 6 para os francanos. Ainda segundo Hebinho, a equipe francana é umas das favoritas ao título paulista.
O próximo jogo da equipe sub 14 será contra a equipe do Recreativa de Ribeirão Preto, o jogo será realizado no Ginásio do Rio Pardo FC as 9hs30min., ainda no mesmo dia as equipes sub 17 masc. e fem. enfrentam as equipes de Cravinho.





O basquete da AAR/DEC têm o apoio da Prefeitura Municipal, DEC, Guia Prático, Colégio Unigrau, Serralheria Zanetti, Biajottur Turismo e Delícias Rotisseria e Restaurante.

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

AAR/DEC COMEÇA COM VITÓRIA O RETURNO.

As equipes sub 14 masc. e sub 17 fem. começaram o returno da Liga Regional de Basquete com vitória. O sub 14 masc. venceu a equipe da FAE/Jaboticabal por 63 x 35. Já a equipe sub 17 fem. venceu também a equipe de Jaboticabal por 46 x 36. Já equipe sub 21 foi derrotada por 65 a 45.

LEANDRINHO BARBOSA NO FLAMENGO!


Todo mundo sabe que o Flamengo anunciou ontem a contratação de Leandrinho, ala brasileiro que devido ao locaute patronal da NBA pôde assinar com o rubr0-negro. A apresentação oficial será hoje de manhã na Gávea (não conseguirei ir, infelizmente), mas ontem ele já esteve no Engenhão para ser apresentado à torcida. Depois foi ao camarote com a presidenta Patricia Amorim ver a peleja contra o Atlético-GO. Mas a chegada do atleta, sem dúvida excelente para todos os lados, traz alguns pontos importantes. Vamos a eles.

1- Se na NBA Leandrinho era um jogador comum, não nos enganemos: aqui no Brasil ele sobra – e sobra muito. Só não digo que sua média de pontos será na casa dos 30 pontos porque ao seu lado estará Marcelinho Machado – aliás, estou curioso para saber como será a “divisão” da bola. Campeão no NBB1, vice no NBB2 e semifinalista no NBB3, o clube carioca surge como favoritíssimo ao título da quarta edição.
2- Assim como aconteceu com Ronaldinho Gaúcho, é importante que o departamento de marketing do Flamengo comece a trabalhar de maneira muito rápida (não estou comparando valores e nem os esportes, hein). Em primeiro lugar porque o clube vai precisar gerar receita. Depois, porque Leandrinho pode voltar a Toronto muito rapidamente – jogadores e liga se acertando, a rescisão é automática.
3- Fico curioso para saber como ficará a rotação de Gonzalo Garcia nas alas, com Marcelinho, Leandrinho, o norte-americano David Jackson e Duda. Alguém aí vai ficar com pouquíssimo tempo de quadra, certo?
4- Pessoalmente, a mudança para o Brasil fará muito bem a Leandrinho também – ao meu ver, claro. Ficará ao lado da esposa, de sua filha e mais perto de sua família. Se isso não fosse o bastante, jogará para uma torcida apaixonada/apaixonante, e poderá receber um carinho que não tem recebido nos últimos tempos – muito por conta de sua atribulada relação com a seleção brasileira. Isso poderá ser muito benéfico para ele no seu futuro com a camisa amarela (que ficou branca e verde, diga-se) da seleção também.
5- Não sei como ficará a divisão de funções com Marcelinho, mas é bom lembrar que esta será a primeira vez que Leandrinho será o líder (técnico) de uma equipe. Quando começou, por melhor que fosse (e era mesmo), Vanderlei, hoje diretor da CBB, era a referência técnica de Bauru. Em Phoenix, foi coadjuvante de Steve Nash e Amare Stoudemire – e mesmo assim brilhou pacas. Em Toronto, ele é reserva de um jogador não mais que mediano (DeMar de Rozan). No Flamengo, portanto, ele terá que desempenhar papéis até então desconhecidos pra ele – e isso pode pesar um pouco para o ala.


quinta-feira, 11 de agosto de 2011

SEMANA EUCLIDIANA, UNIGRAU NO FEMININO, E LUMEN NO MASCULINO SÃO OS CAMPEÕES


O Colégio Unigrau no feminino, e o Colégio Lumen no masculino, foram os grandes campeões da modalidade de basquetebol. Os jogos foram realizados no Ginásio da Associação Atlética Riopardense na tarde desta última quarta feira dia 10.
No feminino o colégio Unigrau venceu na semi final a Fundação Educacional, e na final o Colégio Santa Inês. No masculino, O colégio Unigrau venceu o Colégio Santa Inês, e na final o Colégio Degrau Coc.
Um grande público prestigio o evento realizado pelo DEC e com a colaboração do departamento de basquete da AARiopardense.

FILIPE TADDEI, COMEÇA BEM O PAULISTA DE BASQUETE.


Felipe Taddei (foto) não foi muito bem no Mundial Sub19 da Letônia. Para quem esperava que ele fosse a “bola de segurança” da equipe de José Neto, o rapaz esteve longe disso (apenas 6,4 pontos de média, uma única peleja com mais de oito pontos e 34,6% nos tiros de quadra). Mas o ala do Franca parece ter deixado a competição para trás – o que é ótimo.
Na última quinta-feira, Taddei somou 17 pontos para ajudar o Franca a bater o renovado time de São Caetano, dirigido pelo Pizza e liderado em quadra pelo também promissor Rafael Malfi (25 pontos e seis assistências – olho nele!), por 85-80 fora de casa. O ala de 1,90m metade de seus 14 arremessos tentados e ainda saiu com duas assistências em 27 minutos de quadra.
Tal qual aconteceu com Davi Rossetto, do Pinheiros, outro integrante da equipe Sub19 que terminou o Mundial da Letônia na nona colocação começa a aparecer com mais força no Paulista masculino adulto. Que estes jovens continuem ganhando espaço, para que a sadia e aguardada renovação (principalmente a de conceitos) aconteça aqui no Brasil rapidamente.

domingo, 7 de agosto de 2011

PONTO DE VISTA, OS DOIS EXTEMOS...

Para começar leia a matéria dos argentinos;

Ginóbili elogia elenco argentino para o Pré-Olímpico: "Nunca estive em um time como este".

A ala-armador Manu Ginóbili rasgou elogios ao elenco argentino que se prepara para o Pré-Olímpico das Américas. A presença de todos os atletas do país que atuam na NBA faz com que o jogador do San Antonio Spurs esteja otimista para a disputa da competição em Mar del Plata.
“Nunca fiz parte de um time como este, onde todos estão lutando pelo mesmo objetivo com muito trabalho de equipe. Estamos todos orgulhosos de fazer parte disto. É uma grande honra, um grande prazer representar nosso país”, disse Ginóbili.
A Argentina terá força máxima para a disputa do Pré-Olímpico das Américas. Além de Ginóbili, Andrés Nocioni, Luis Scola e Carlos Delfino, que atuam na NBA, integrarão a equipe. Até mesmo o pivô Fabrício Oberto, que havia se aposentado, venceu uma doença cardíaca para poder disputar a competição.
“São jogadores que são estrelas em seus clubes, que vem aqui e deixam seus egos de lado. É isto o que eu admiro”, comentou Ginóbili. “Jogar com estes atletas de qualidade deixa tudo mais fácil”.
Anfitriã do torneio, a Argentina está no grupo B do Pré-Olímpico das Américas, ao lado de Porto Rico, Uruguai, Panamá e Paraguai. A estreia será no dia 30 de agosto, contra os paraguaios.

Agora leia dos brasileiros;

Larry Brown defendeu a importância das seleções nacionais e criticou dispensas.
Lenda dos EUA critica dispensa de brasileiros da NBA.

Lenda do basquete norte-americano, Larry Brown está no Brasil para ministrar uma clínica voltada a técnicos do país. Integrante do Hall da Fama e único treinador a conquistar títulos na NBA e na NCAA, o norte-americano defendeu a importância das seleções nacionais e criticou os pedidos de dispensa dos brasileiros que atuam na liga profissional dos Estados Unidos.
“É um grande erro os brasileiros da NBA não quererem jogar pela seleção nacional. Não sei por que isto acontece, eles devem ter suas próprias razões. Mas se você tem orgulho de seu país e quer ajudar a desenvolver o basquete, os melhores atletas precisam jogar [na seleção]”, disse Brown. “Estive na França dois anos atrás e vi o quanto os jogadores de lá querem estar com a seleção. O Dirk Nowitzki quer jogar pela Alemanha no campeonato europeu”.
Mais que os resultados da seleção principal, Larry Brown ressalta a importância que os melhores atletas do país têm para o desenvolvimento do basquete junto aos jovens. Para o norte-americano, é essencial que os brasileiros que atuam na NBA passem a valorizar mais a seleção nacional, servindo de exemplo às futuras gerações.
“As crianças vão crescer, querer jogar basquete e ver o quanto é importante representar seu país. Desperta o desejo de evoluir e continuar jogando. Eles veem Spliter jogando, Leandrinho jogando, mas precisam ver todos jogando. Defender a seleção de seu país precisa ser a coisa mais importante, acima da NBA”, comentou o treinador.
“Anos atrás, se você perguntasse para um jogador de fora dos Estados Unidos se ele preferia conquistar um título da NBA ou uma medalha olímpica, todos diriam ‘medalha olímpica’. Em meu país, o título da NBA viria primeiro. Isto começou a mudar. Dirk Nowitzki, por exemplo, deve preferir uma medalha olímpica ao título da NBA. As crianças da França também preferem a medalha olímpica”, afirmou o técnico.

Ponto de vista, por Heber Luis tecnico das equipes de base da Associação Atlética Riiopardense / DEC.

Temos acima duas reportagens, uma dos nossos hermanos, mostrando a gratificação, alegria e patriotismo, em defender a seleção de seu pais, por outro lado temos atravessando a fronteira, dispensas mal explicadas, onde mostra o lado difícil em defender a seleção brasileira. Bom para quem está lá com a seleção que viu nessas dispensas das "estrelas brasileras" a chance de ouro de suas vidas. Ou como disse a Senhora Giovanonni; " o Guilherme vai para a seleção brasileria como uma criança vai ao parque de diversão, é um prazer tão grande para ele que ele se esquece que vai ficar treinando basquete por quase dois meses, e vai perder suas férias. Não é a toa que ele fou eleito o MVP do Novo Basquete Brasil. Não é a toa que Alex Garcia, Campeão também do último NBB também está na seleção "perdendo suas féria, ente outros, o jovem Rauzinho, filho do grande armador Raul tecnico do Minas Tênis, saiu do NBB onde defendeu o Minas, juntou -se a seleção juvenil, fez úm ótimo mundial da categoria, e voltou a seleção principal. Isso sim é patriotismo, esse jogadores, entre outros sabem que é dificil a vida que eles levam, mas ele só tem essas vidas graças ao basquete, a sua popularidade. Pois se nosso esporte fosse como outros esportes, sem nenhuma popularidade, eles teriam de trabalhar em empregos formais e treinar a noite, como fazer as equipes amadoras, e sem salários. Fica aqui a pergunta; E se o basquete fosse o último esporte do Brasil sem nenhum apoio, e se a NBA não pagasse milhões de dolares, o que essas "estrelas" fariam.
Bom infelizmente esses são nossos exemplos a serem seguidos no basquete. Tomara que renovem seus contratos, ganhem muito dinheiro para poderem desfrutarem desse dinheiro que o basquete dão a eles, muito dinheiro.....

FINAIS DA COPA DIFUSÃO DE BASQUETE

As finais da COPA DIFUSÃO DE BASQUETE 2017, categorias sub 10 e sub 12 masculino e sub 12, sub 13  e sub 15 feminino, aconteceram ne...