quinta-feira, 29 de março de 2012

DEC/AARIOPARDENSE/ABS PERDE DE DOIS PONTOS.


O basquete do DEC/AAR perdeu para Santa Cruz das Palmeira por apenas 2 pontos de diferença. Faltando apenas 4 segundo o atleta de Santa Cruz converteu um arremesso de 3 pontos quando o placar estava 53 a 52 para a equipe tricolor. Os garotos do DEC/ AAR tiveram um arremesso para fazer mas não conseguiram. Para o técnico Hebinho foi um grande jogo, ambas as equipes se alternado no placar, a 5 minutos do final conseguimos tirar 8 pontos de diferença, marcamos bem, mas o ataque falhou devido a falta de ritmo de jogo. Jogaram Marco Aurélio, Ignácio, André, Luis André, Felipe, Gustavo, Luis Paulo, Lucca, Kauan, Leonardo.
O basquete do DEC/AAR volta a jogar nesse domingo contra a equipe do Tênis Clube de Campinas no Sub 21 as 11hs, o jogo é válido pela Associação Regional de Basquete.
O basquete do DEC/AAR, conta com o apoio da Delícia Rotisseria, Tio Juninho Festa e Recreação, Serralheria Zanetti, Escola Degrau Coc, Biajottur Turismo, ABS, DEC e Prefeitura Municipal.

domingo, 11 de março de 2012

DEC/AAR CONHECE SEUS ADVERSÁRIOS.


As equipes do DEC/AARIOPARDENSE, conhece seus adversários no Campeonato Regional de Basquetebol. São elas.  Sub 13 masculino: Nosso Clube de Limeira, Itapira, Americana, Rio Claro, Jundiaí, Regatas de Campinas, Círculo Militar de Campinas, AEM Mococa, Clube de Campo de Piracicaba. Nessa categoria todos jogam em turno único, classificando os oitos primeiros para os play off.
Sub 15 masculino: Atibaia, Clube de Campo de Piracicaba, Paulínia, Cristovão Colombo de Piracicaba, Indaiatuba, Itupeva, Araras e Cerâmica Clube de Mogi Guaçú. Nesse grupo todos jogam em turno e returno, classificando os oito primeiros colocados para os play off.Sub 21 masculino. Grupo 1: AEM Mococa, Bragança Paulista, Hípica de Campinas e Itupeva. Grupo 2: DEC/AARiopardense, Atibaia, Hortolândia, Indaiatuba, Tênis Clube de Campinas. Classificam os quatros primeiros de cada grupo, fazendo o cruzamento olímpico.  O campeonato está marcado para começar no dia 24 de março. Na próxima semana, a liga irá divulgar a tabela da competição.Segundo o técnico Hebinho, a participação nesses campeonatos não seria realidade sem o apoio da Prefeitura Municipal, DEC, e da diretoria do AAR. Segundo Hebinho, a busca por parceiros para agregar valores a equipe de basquete continua. Já foram firmadas algumas parcerias: Delícias Rotisseria e Restaurante, Tio Juninho Festa e Recreação, Serralheria Zanetti e Escola Degrau COC.

quinta-feira, 8 de março de 2012

DIA INTERNACIONAL DA MULHER.

Minha homenagem as meninas do basquete da AAR com quem convivi por 4 anos. Saudades e muitas lições aprendidas. Um beijos em todas.

PROPOSTA DE PATROCÍNIO PARA O BASQUETE DO DEC/AARIOPARDENSE


Proposta de Patrocínio


Basquete
Professor de Basquete: Heber de Souza
Responsável Setor de Propaganda: Luana R. De Martini
Telefone: (19) 3608-5070 / (19) 9142-9594
E-mail: Luana.demartini@hotmail.com / assessoria@aar.com.br

Equipes DEC/ AAR
·    SUB 12 (Patrocínio vendido) PARCIAL
·    SUB 13 (Patrocínio vendido) PARCIAL
·    SUB 15
·    SUB 18 (Patrocínio vendido) PAECIAL
·    SUB 21 Masc. (Patrocínio vendido) PARCIAL
·    SUB 21 Fem.

Equipes disponíveis para patrocínio:
·    SUB 15

·    SUB 21 Feminino
  
Quantidade de Jogos

·    100 jogos, 50 jogos em casa (AAR) e 50 jogos fora de casa

Datas

·    24 de março a 15 de novembro de 2012

Campeonatos

·    Associação Regional de Basquetebol (FPB)
·    Copa Difusão
·    Joguinhos da Juventude
·    Jogos Regionais
·    Jogos Abertos

Espaço de Propaganda e Marketing

Uniforme
36 conjuntos com detalhe preto
36 Conjuntos com detalhe vermelho
36 agasalhos cor preto
36 agasalhos cor vermelho
36 camisetas de viagens

Quadra

Espaço físico para colocar banners na quadra da AAR.
medida de 2,07 x 0,88

Fotos

·    Foto Oficial
A equipe patrocinada terá uma foto oficial que será mandada para jornais (Gazeta e Democrata) com os jogadores na frente do Banner de patrocínio.

·    Foto no site da AAR e Facebook

As fotos dos jogos serão divulgadas no site www.aar.com.br e no Facebook do clube com a logo do patrocínio inserida na foto.
Exemplo:

Espaço no Site da AAR na página de basquete

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

Jeremy Lin faz cesta da vitória do New York Knicks na NBA



Então os Knicks perdiam por 15 pontos, Jeremy Lin, a sensação da NBA na atualidade, tinha cinco erros e módicos 15 pontos em sua primeira apresentação após ter sido eleito o jogador da semana. Parecia que os canadenses do Toronto Raptors sairiam com a vitória, mas como diz Mike D’Antoni, técnico dos Knicks, Lin é duro na queda.

Lin recuperou-se, anotou 12 de seus 27 pontos no último período (fechou com 11 assistências também) e fez o mais importante: com o jogo para ser decidido nos momentos finais, anotou seis pontos no último minuto (primeiro com uma falta+cesta, e depois com uma bola de três pontos a 0,5s do final).
Deu a vitória aos Knicks por 90-87 (a sexta seguida), provou mais uma vez que é, de fato, duro na queda e colocou os nova-iorquinos a apenas uma vitória de “zerar” a campanha (agora 14-15). Isso tudo, é bom lembrar, sem Carmelo Anthony, a estrela da companhia. No fim, foi humilde pacas:
“Estávamos jogando bem, mas não conseguíamos vencer os jogos apertados. Agradeço ao técnico e aos meus companheiros por terem confiado em mim desde que entrei, e digo que só por causa deles é que tenho jogado bem nas últimas semanas”.
Veja o lance final de Jeremy Lin na noite de ontem e responda na caixinha: já dá pra dizer que Lin é uma realidade da NBA, ou é preciso esperar um pouco mais?

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

A historia de JeremyLin o nerd que se tornou a maior febre da nba no momento.



Conheça a história de Jeremy Lin, o ‘nerd’ que se tornou a maior febre da NBA no momento 


O nome dele é Jeremy Shu-How Lin. Tem 23 anos, nasceu em Palo Alto, Califórnia, e tinha tudo para ser só mais um nerd descendente de asiáticos (seus pais são de Taiwan) que quis jogar basquete com algum sucesso. Foi muito bem na escola de segundo grau em Palo Alto (15,1 pontos, 7,1 assistências e 6,2 rebotes no último ano), mas mesmo assim não conseguiu bolsa de estudos nas principais faculdades (enviou DVD e tudo).
Acabou, sem bolsa mesmo, em Harvard, uma das faculdades mais conceituadas no mundo acadêmico, onde se formou em economia (teve a ótima média de 3,1) e conseguiu jogar muita bola em uma conferência, a Ivy League, formada, basicamente, por todos os nerds dos Estados Unidos (são oito faculdades: Brown, Columbia, Dartmouth, Cornell, Yale, Harvard, Princeton e Pennsylvania). Obteve as médias de 16,4 pontos, 4,5 passes e 4,4 rebotes em seu último ano, mas era olhado com desconfiança por quase todo mundo (para ser justo, Jim Calhoun, de Connecticut, elogiou pacas o armador).
Mesmo assim ele tinha uma missão: ser o primeiro jogador de Harvard a jogar na NBA desde 1953-1954 (a faculdade só produziu três atletas para a liga: Saul Mariaschin, que jogou no Boston Celtics em 1947-48, Edward Smith, que atuou por 11 jogos pelos Knicks em 1953-54, e Wyndol Gray, All-American de 1945-46 que jogou pelos Celtics) e o primeiro da Ivy League a ser escolhido no Draft desde Jerome Allen (Pennsylvania, 1995). Para ser mais exato, Chris Dudley, de Yale, foi o último da Ivy a jogar na NBA, em 2003. A segunda parte ele não conseguiu, já que em nenhuma das duas rodadas da seleção universitária de 2010 ele foi draftado. Mas na primeira ele chegou lá.
Assinou um contrato de dois anos com o Golden State Warriors em 21 de julho de 2010, mas foi pouco utilizado. Anotou sua primeira cesta na NBA contra os Lakers, mas não fez muito mais do que isso. Foi dispensado no final do primeiro ano, cogitou jogar na Europa durante o locaute, mas preferiu esperar uma nova oportunidade. Ela veio em 27 de dezembro, quando o New York Knicks, um tanto quanto desesperado após perder o seu calouro Iman Shumpert para uma lesão, assinou com Lin.
O começo, óbvio, não foi fácil, e o banco de reservas era o porto-seguro de Lin, cujo salário anual é de US$ 762 mil. Escondido entre Bill Walker, Jared Jeffries e Jerome Jordan, ouviu um “entra” de Mike D’Antoni no sábado passado (2 de fevereiro) contra o New Jersey Nets quase como um “me salva, cara” de um técnico que estava cada vez mais ameaçado e de um time cada vez mais à deriva (os Knicks perderam 11 das últimas 13 e não se encontravam com a armação tenebrosa de Toney Douglas). Foi lá, e como quem não tinha o que perder despejou 25 pontos e sete assistências para não mais parar de mostrar talento, velocidade e inteligência em quadra.
No jogo seguinte, 28+8 contra o Utah, depois 23+10 contra os Wizards e ontem 38+7 contra os Lakers (foi apaludido por Woody Allen, Ben Stiller e, claro, Spike Lee). Pronto. Quatro jogos e quatro vitórias depois Lin virou febre em uma liga que busca um novo olho puxado para vender na Ásia pós-aposentadoria de Yao Ming, ganhou bilhões de apelidos (gosto muito do Yellow-Mamba, numa alusão ao Black-Mamba de Kobe Bryant), tornou-se exceção em uma liga que tem 80,2% da mão de obra formada por negros e ajudou a reerguer um time que precisava de salvação sem suas duas principais estrelas (Carmelo Anthony e Amare Stoudemire, é bom lembrar, estão fora).
Na quinta-feira, antes do jogo contra os Knicks, Kobe Bryant disse que não conhecia Jeremy Lin. Não foi desprezo, foi pura falta de conhecimento com alguém que uma semana atrás só esquentava o banco de uma das franquias com a maior crise de identidade da NBA (antes, apenas 53 minutos somados). Com humildade, Kobe disse, após ver o nerd de olho puxado fazer 38 pontos e sete assistências para estraçalhar os Lakers, que esta é uma das mais belas histórias de perseverança que ele já conheceu.
É por aí mesmo. Não dá, ainda, para saber como será o futuro de Jeremy Lin na NBA. Muito provavelmente seus números cairão quando Carmelo Anthony, Amare Stoudemire e Baron Davis voltarem (este último, na verdade, estrear com a camisa dos Knicks justamente na posição de Lin). Aconteça o que acontecer, porém, já terá sido uma baita história de alguém que jamais desistiu e de alguém que, com inteligência, colocou o estudo sempre em primeiro lugar.

Abaixo alguns vídeos de e sobre Jeremy Lin, a sensação da temporada 2011-2012 da NBA

domingo, 29 de janeiro de 2012

COM APENAS UM BRAÇO, KEVIN LAUE FAZ HISTÓRIA NO BASQUETE UNIVERSITÁRIO NORTE AMERICANO.

Por incrível que pareça um dos temas mais comentados/compartilhados na minha timeline do Facebook no fim de semana foi a história de Kevin Laue, jovem norte-americano de 21 anos. Costumo não acessar links/vídeos assim, mas algo ali me chamava a atenção. Fui dar uma olhada e foi impossível não se emocionar.
No dia 13 de abril de 1990, a mãe de Kevin, Jodi, teve complicações no parto e viu o cordão umbilical de seu filho dar voltas no pescoço. Como o braço estava entre cordão e pescoço, ele teve muitas dificuldades para respirar, gerando uma série de complicações graves. Conseguiu sobreviver, mas seu braço esquerdo vai até a altura do cotovelo. Ainda criança, Kevin rechaçou colocar uma prótese ou praticar futebol americano, o esporte preferido de seus pais. Queria jogar basquete.
E assim o fez. Jogou pela Amador Valley High School, escola de segundo grau perto de sua casa, na Califórnia. Com 2,10m, teve as dignas médias de 14 pontos, oito tocos e oito rebotes por partida em seu ano de estreia, e sua luta em quadra levou a revista Sports Illustrated a chamá-lo de o “jogador mais empolgante do basquete”. No ano seguinte, porém, uma lesão na perna o afastou por toda a temporada e quase levou Kevin a desistir do esporte. Mas ele decidiu continuar lutando pelo seu sonho de jogar na divisão I do basquete universitário norte-americano.
Ingressou na Fork Union Military Academy, reduto de atletas que não conseguiram entrar em universidades, e ficou esperando um convite. Que veio graças a dez pontos, seis tocos e 12 rebotes de média por partida. Logo, logo propostas da Divisão III chegaram a Kevin, mas ele preferiu esperar por algo melhor.
E a chance veio no Manthattan College, universidade que Kevin conseguiu bolsa de estudos e frequenta há cerca de três anos. Em seus dois primeiros anos, o pivô não teve muitas chances, mas registra ótimo índice nos arremessos (cerca de 60% de acerto). De todo modo, vamos combinar que isso é o que menos importa. O rapaz é um vencedor, um lutador.



Rio Pardo FC/SEMEL FAZ A SUA ESTRÉIA NA TEMPORADA.

               Adulto e sub 21 Masc. Rio Pardo FC SEMEL  O basquete do Rio Pardo FC/SEMEL faz sua estreia no sábado dia 23 às 8hs no ginásio...